terça-feira, 26 de novembro de 2013

Surfista guarda-vidas

Estava lendo este blog Por dentro das ondas e me lembrei do meu amigo Jr. Chuva o qual dedico esta postagem. Gostaria que ele contasse suas aventuras como surfista guarda-vida. Estamos esperando.
Abraço!


No começo do surf aqui no Brasil, quando ainda não tinha sido inventada a cordinha, os surfistas não eram muito bem-vistos pelos banhistas, isso porque volta e meia vinha do fundo uma prancha perdida pra rachar a cabeça de alguém. Isso era comum, bem comum. Quando perdíamos a prancha e a praia estava cheia, logo vinha nossa torcida para que ela não acertasse um crânio. E a coisa ficava feia mesmo quando ela acertava uma criança. Aí, meu chapa, aí ferrava. O pai, com toda razão, vinha enfurecido feito um touro. Normalmente, enquanto o sujeito te esperava vir do fundo, ele tentava quebrar a prancha em cima do joelho, e aí era o pai da criança contra o “pai” da prancha. Pancadaria das boas, salva-vidas entrando no rolo, apito, mulherada gritanto.

Dependendo da relação de tamanho entre o surfista e o banhista, o surfista nadava um bocado pra sair do mar longe da prancha, para depois, disfarçadamente, tentar pegá-la e meter sebo nas canelas praia afora.

Numa melhor hipótese, o banhista via a prancha vindo e, solícito, tentava pegá-la. Só que não tinha a mínima previsão de como a prancha se comportaria com o movimento da onda que a levava, daí que o tonto ia pegá-la daqui, ela reagia dali, e voava no nariz dele. E lembre-se que as pranchas eram bem maiores e pesadas que as de hoje. Chato pacas pedir desculpa.

O resultado dessas encrencas? Nas praias mais freqüentadas pelos banhistas ─ tipo a de Pitangueiras, no Guarujá ─ os salva-vidas nos proibiam de surfar em vários pontos da praia. Imagine isso! A onda quebrando e alguém te proibindo de pegá-la! Pra caramba que eu não ia lá! E aí o salva-vidas vinha nadando e nos dava um ralo dos bons. Discussão. Chato pacas.

Mas aí a coisa foi mudando. Os surfistas começaram a salvar vidas.

Muitos nem se apercebem disso, mas nós, surfistas, já salvamos muita gente que se afogaria. A maioria dos surfistas já tirou alguém da água. Eu, por exemplo, já tirei um monte, e disso muito me orgulho. Lembro que certa vez em Cambury, lá por meados dos anos 70, surfando sozinho em um mar de um metro no canto esquerdo, vi duas cabecinhas beirando as pedras. Dois sujeitos pegos pela correnteza iam à toda para o fundo. É muito comum formar correnteza beirando as pedras, e delas nós surfistas nos utilizamos para varar rápido e sem tomar onda na cabeça, mas elas são um perigo danado para os banhistas. E esses dois iam feito uma bala. Remei feito doido e consegui dar-lhes minha prancha, na época uma Johnny Rice azul e branca, swallow, 7’.

Mantive certa distância dos caras, para que não me agarrassem ─ que é a primeira e forte reação do afogado ─, e me imaginei na situação deles. Concluí que a melhor coisa a dizer-lhes é que agora eles não morriam mais. Que tivessem paciência, que respirassem e descansassem, que a gente sairia dali na boa. E foi assim. Após sossegarem, puxei-os de lado, para fora da correnteza, mandei que se agarrassem firme à prancha e fomos devagar até a praia. Já na praia, sentados, me disseram que recém haviam chegado de outro Estado e trabalhavam como pedreiros numa obra.

Me agradeceram muito e se ofereceram para fazer tudo o que eu lhes pedisse. Eu disse que não, que nada, que estava é contente por tê-los tirado dessa fria. Mas eles insistiram e, sérios, me perguntaram se eu estava “a fins de apagar algum sujeito”, eliminar algum desafeto. Ao ouvir essa oferta, assustei, mas confesso que logo comecei a pensar melhor no assunto. Seria só apontar um infeliz e falar “isca” que, pronto, os dois voariam na sua garganta feito lobos. Pensei, revirei, caraminholei, mas naquele momento não imaginei ninguém pra dar um fim, portanto, naquele dia salvei foi três vidas, em vez de duas. Esses dois, hoje, estariam mortos, pois não havia mais ninguém à vista. Não fui herói, não, pois me arrisquei muito pouco. O herói aqui é a figura do surfista, entendam bem, a figura do sujeito que, literalmente, leva a tábua da salvação.

Além dos dois potenciais matadores, tirei outras dezenas dessa encrenca ─ sempre tomando muito cuidado, porque é fácil perder o controle da situação. Com o desespero não se brinca.

Uma vez, surfando na praia de Pitangueiras, vi um banhista em maus bocados. Remei rápido em sua direção, porém, segundos antes, nele chegou o salva-vidas. O sujeito em apuros, forte, agarrou o salva-vidas que, sabiamente tomou ar e logo afundou, escapou por baixo, porque afundar era a última coisa que o afogado queria. E nessas, o que primeiro emergiu foi o pé-de-pato do salva-vidas, e foi uma pé-de-patada com tudo na cara do sujeito, que foi a nocaute. O salva-vidas deu-lhe uma gravata e começou a levá-lo tranqüilamente para a praia. Falei rindo: “Nossa! Pqp!”, ao que ele me respondeu: “Tem que ser assim, senão é os dois que morrem”. Nessas aprendi que mergulhar é o jeito de escapar desse abraço da morte. Eu estava com a minha Robert August branca, round tail, 7’.

Uma vez vi um loirinho tentando tirar um moreninho da água, eles estavam num buraco e a correnteza os levava. Remei pra lá, mas foi só ao chegar perto que notei que em vez de um loirinho, eram, sim, dois loirinho, porque o moreninho, para se safar, ia afundando-os alternadamente. Chegava a empurrá-los para baixo e lhes pisava nas costas. Dei-lhes a prancha e fui tirando-os. Os loirinhos estavam em piores condições que o moreninho. Nessas vim saber que os três eram amigos, que o moreninho não sabia nadar e os outros dois, que sabiam, acharam que, juntos, o tirariam dali. Como vêem, não tiraram, e por pouco não morreram. Eu estava com a minha Hobie azul, swallow, 6’8”.

Mas a pior barra que passei foi em Cambury, em meados da década de 70. Eu havia almoçado um grude medonho no meu barraco e logo voltara para a praia. O mar estava lindo, grandaço, com dois metrões bem servidos vento contra, e eu queria fazer a digestão da gororoba indigerível olhando o mar, para depois ir para o canto esquerdo pegar as esquerdonas longas que começavam a quebrar pra fora da ponta do ilhote. O plano foi atrapalhado logo ao pisar na praia, mais para o canto direito. Vi dois sujeitos lá no fundão, na linha da arrebentação, e na certa eles se afogavam. Fazer o quê? Naquele tempo, acho que nenhum salva-vidas tinha pisado ali. Era eu e mais ninguém, fora a minha Dick Brewer verde e branca, pin, uma gun 7’6”. Pulei na água e varei a arrebentação dando tudo o que tinha, pois o tempo contava. Quando cheguei a eles, vi que estavam nas últimas. Aí lhes disse a célebre frase: “Sosseguem, que agora vocês não morrem mais!”, mas dessa vez eu não estava tão convicto, um super-homem de merda. Estavam engasgados, com os olhos roxos e praticamente sem forças.

Bom, o jeito foi levá-los ainda mais pra fora, pra trás da arrebentação, para que pudessem recuperar o fôlego. Conseguimos. Descansaram.

E aí? Como eu não tinha leash, o que me garantia que conseguiríamos voltar para a praia sem perder a prancha nas inevitáveis pancadas daqueles ondões? Os dois caras eram grandes, um até era gordão, e já estavam com a respiração boa. O jeito foi falar-lhes que iríamos juntos para o raso, que eu os puxaria pela quilha e eles que ajudassem batendo as pernas, mas que uma certa hora as ondas nos quebrariam em cima e, nessa hora, que se agarrassem à prancha como às suas vidas, que não a largassem de modo algum, acontecesse o que acontecesse.

Sabe quando eles largaram a minha Brewer?

Quando seus joelhos encostaram na areia, mesmo assim precisou eu chegar e falar rindo que já estava tudo bem.

Salve a Dick Brewer! Quem os salvou foi ela. Eu só a levei a eles.

Salvem todas as nossas pranchas, as antigamente também chamadas tábuas de surf, as tábuas de muitas salvações. Elas salvam o homem da fraqueza, da depressão, da futilidade, de ambientes ruins, e muitas vezes salvam da morte.

Por tanto, meu amigo, não se meta a bancar o salva-vidas sem sê-lo, porque é bem provável que você se ferre junto. Se for uma criança em apuros, claro que tudo bem, porque, além de serem fáceis de controlar, por elas, mesmo desconhecidas, a gente arrisca tudo. Se ele for adulto, e essa parada sobrou pra você, procure antes uma prancha e, seja lá de quem for, pegue-a e vá. Ninguém reclama, já fiz isso muitas vezes.

E nunca se aproxime a ponto do sujeito poder te agarrar, nunca. Hoje temos leash, então é moleza ─ é chegar e jogar a prancha para ele, e dali sair puxando-o de longe. Se ele te agarrar, já viu, tome ar e afunde bastante, que ele te solta.

Mas o ideal mesmo, meu amigo, é ter na praia um salva-vidas surfista, que nem o Rafael, que trabalha em Cambury. Nasceu e foi criado ali. Surfa desde criança, que eu lembro, e surfa lindo pra burro. E é o melhor salva-vidas que conheci na vida, pois raramente põe o pé na água. Sempre ligado, sabe prever o perigo e, antes que o banhista se meta onde não se deve, ele já está lá apitando e botando ordem na coisa.

Salve, portanto, o Rafael, e todos os salva-vidas do mundo!

Fonte: http://pordentrodasondas.blogspot.com.br/2010/12/surfista-salva-vidas.html

Salvamento com tubo de resgate e pranchão - Pipeline



     Salvamento com tubo de resgate (rescue tube) e depois com  pranchão pelos guarda-vidas. O primeiro estabiliza a vítima até a chegada do outro GV. A vítima aprece no vídeo em 3'19" de filmagem quando aparece em uma correnteza de retorno (vala). Observem que a praia está bem sinalizada, mas ...

Descrição do vídeo: Enviado 25/01/2010

      Quando em férias no Havaí no início de Janeiro, vimos uma menina sair para as águas agitadas do "pipeline", onde ela teve que ser resgatado por dois salva-vidas. Foi difícil manter o controle de seu através da lente da câmera quando ela estava flutuando ao redor. Graças a esses caras bravos ela saiu viva.

O uso da moto de salvamento aquática (MSA) consciente.

     A CADA DIA O JET SKI TORNA-SE MAIS PRESENTE NO MUNDO DO SURF. COMEÇOU COM O TOW IN, ONDE ELE É FERRAMENTA FUNDAMENTAL, E DEPOIS COM O USO DAS MOTOS D'ÁGUA PARA LEVAR COMPETIDORES PARA O OUTSIDE. A POPULARIDADE É TANTA QUE HOJE EXISTE  UM USO EXCESSIVO E DESCONTROLADO DOS JETS. SERÁ QUE QUEM USA SABE O MAL QUE ELE CAUSA?



     O jet ski é constantemente utilizado em campeonatos para agilizar a volta do surfista ao lineup. Além de poupar o esforço da remada para passar a arrebentação, ele torna a bateria mais competitiva pela chance de haver mais ondas surfadas. Mas o uso excessivo das máquinas polui a água do mar, prejudica a vida marinha e, até mesmo, a saúde do surfista. Por essas e outras que leis como as aplicadas nos EUA estão ganhando força.


O Golden Gate National Recreation Area (GGNRA), que controla as atividades na região costeira de São Francisco, Califórnia, não abriu exceção para o uso na 10ª etapa do World Tour, em Ocean Beach, e para o Big Wave World Tour, em Mavericks ─ está última mais discutível devido à inevitável necessidade do uso de jets para surfar a onda.

Segundo Howard Levitt, diretor de comunicação da GGNRA, os jet skis devem ser usados apenas em situações de emergência: "Temos um jet ski de resgate dos salva-vidas, as leis não nos permitem deixar que outra pessoa faça isso", diz. A preocupação com o meio ambiente é válida, de acordo com Annie Reisewitz, diretora da Strategic Ocean Solutions, da Flórida. "O impacto do jet ski é maior que o de barcos, porque eles circulam mais próximos à costa", afirma a especialista. Para ela, os motivos são o barulho e a emissão de poluentes no ar e no oceano, entre eles, o monóxido de carbono e hidrocarbonetos.

Além de poder causar a morte de animais marinhos, a constante poluição sonora e da água interrompe o descanso, diminui a atividade no habitat, reduz a taxa de reprodução e o tempo de vida, interfere nos costumes de locomoção e alimentação e altera o comportamento e a estrutura comunitária no fundo do mar.

REALIDADE BRASILEIRA




     Para Elisabete Braga, professora de Oceanografia Química da USP, "os resíduos emitidos na queima de combustível liberam tintas tóxicas, prejudiciais à fauna e à flora e também aos surfistas". Os modelos com motor dois tempos são os mais poluentes ─ eles não queimam cerca de 30% do combustível, que vaza pelo escapamento. Nos Estados Unidos esse motor já é proibido. A US Environmental Protection Agency obriga as marcas a utilizar o quatro tempos com injeção eletrônica. "Ele consome menos e não usa óleo, então polui menos", comenta Alex Silva, gerente de produtos da Yamaha. "O combustível queima totalmente, igual ao de carro. Já o dois tempos, além do vazamento de combustível, faz muita fumaça, como uma moto antiga", completa.

     Mesmo sem leis no Brasil, as marcas já optaram por trabalhar com o motor quatro tempos. A Kawasaki apresentou, no Salão Duas Rodas, os modelos Ultra 300X e Ultra 300LX, ambos quatro tempos. Já a Yamaha vende os mesmos jets que são produzidos nos EUA e, segundo Benedito Alves, instrutor técnico da marca, pretende encerrar em até dois anos a fabricação dos modelos dois tempos.

Quando as condições demandam, o jet é uma ótima ferramenta. Mas para não poluir nosso parque de diversões, o oceano, é preciso que seu uso seja feito de maneira consciente e responsável.

Alfredo Villas Boas é o anjo da guarda em Jaws

     Alfredo Villas Boas chegou a Maui em 1989 e nunca mais saiu de lá. Três anos depois, fez um trabalho voluntário como instrutor. Sete anos depois, ganhou a vaga permanente. Entre suas façanhas fora do trabalho está a de surfar ondas de tow in. Ele foi o primeiro brasileiro a surfar as ondas de Jaws.
Alfredo Villas Boas é o responsável pela segurança do Tow In World Cup. Foto: Arquivo pessoal.









- A maior dificuldade aqui é ter de trabalhar quando as ondas estão perfeitas. Se o mar está com 20 pés (6m), por exemplo, eu não tenho vontade de fazer nada além de surfar – diz, rindo.


 O baiano radicado em Maui, Alfredo Villas Boas, 37, é um dos big riders pioneiros em encarar Jaws, na ilha de Maui, Hawaii.
Morando no Hawaii desde 1990, sua estréia no pico ocorreu em 1998 em parceria com o havaiano Kenny de Lima.

O surfista conquistou respeito dentro e também fora d'água e em 96 foi efetivado como salva-vidas no Estado.

Alfredo acaba de ser contratado como chefe da segurança da Tow In World Cup, mundial de ondas gigantes, que rola em Jaws quando as ondas ultrapassarem os 12 metros.

Nesta entrevista concedida ao correspondente Waves.Terra no Hawaii, o big rider Sylvio Mancusi, ele fala sobre os perigos que um salva-vidas enfrenta para resgatar os melhores big riders do mundo na temida arrebentação de Jaws e também como será feita a segurança do Mundial de Ondas Grandes.

Há quantos anos você mora no Hawaii ?

Cheguei no Hawaii em 1990.

Quando começou a trabalhar como salva-vidas?

Comecei trabalhando voluntariamente ajudando no júnior Life Guards no verão e recebi meu certificado de salva-vidas em 1992. A partir de 96, fui oficialmente contratado pelo Estado.

Como você vê a oportunidade de trabalhar e ser o responsável pela vida dos melhores big riders do mundo na onda mais pesada do planeta?


Com certeza a maior responsabilidade da minha vida profissional é trabalhar com big riders. Mas, é uma coisa que faço todos os dias, como se fosse um segundo sentido para mim.

É um dom dado por Deus?

Com certeza. O presente dele para mim é esse dom.

Como funcionará o esquema de segurança no evento. Quantos jets ficarão no 
canal?


Serão cinco jets, com cinco pilotos salva-vidas que trabalham comigo no dia-a-dia e estarão disponíveis no dia do evento para garantir a segurança dos atletas.

Quem são esses seguranças?

São os havaianos Kaleo Amadeo, Andy Miller, Davon Pollendi e Kerry Kaiama.

Todos eles são havaianos e somente você é brasileiro. Você conquistou um grande respeito aqui?

Gracas a Deus. Sou muito grato a Ele por isso. Não foi fácil.


Quando o surfista cair da onda, como será feito o resgate?

Quando o atleta cair na área de perigo, seu parceiro terá a primeira chance de resgatar o surfista. Se ele o perder, atrás já virá um dos nossos na área de arrebentação que tentará pegá-lo. Se esse também não conseguir vem outro atrás novamente, até conseguirmos resgatá-lo.

Você tem medo deste tabalho em Jaws?

Vou ser sincero: é lógico. Fui o primeiro salva-vidas a fazer um resgate oficial em Jaws, há três anos com vento de 40 milhas e ondas com cerca de 6,5 metros. Fui chamado para resgatar o famoso kiteboarder Flash Austin, que havia se machucado e parado nas pedras de Jaws. Com aquele tempo animal eu fui obrigado a ir nas pedras resgatar o famoso atleta.

Quais são as maiores dificuldades que sua equipe poderá passar?

Com certeza será a espuma branca decorrente das grandes ondas que quebram 
ali. O jet-ski costuma derrapar devido a grande concentração de ar nas espumas.


Vocês usarão algum jet especial?

Normalmente, trocamos as hélices dos jets para que eles derrapem menos.

Vocês fizeram algum tipo de treinamento especial? São realizadas reuniões antes do evento?

Já tivemos uma reunião com o organizador do campeonato, Rosaldo Cavalcanti. Conversamos e tentamos visualizar todos os perigos e cenários possíveis.



sábado, 2 de novembro de 2013

V JORNADA REGIONAL DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR e I JORNADA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

Abertas as inscrições da V JORNADA REGIONAL DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR e I JORNADA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

Público Alvo: Corpos de Bombeiros do Nordeste, autoridades civis e profissionais do SAMU e demais componentes da Rede de Urgência e Emergência do Estado de Pernambuco.

Local: Auditório Professor Clélio Lemos da Faculdade de Ciências Administrativas da Universidade de PE (FCAP), situado na Av. Sport Clube do Recife, 252, Madalena, Recife, PE. 


Horário: 08 às 17 horas. 

Temas: V Jornada Regional de Atendimento Pré-hospitalar: “Prevenção e Intervenção nos Acidentes com Profissionais de Atendimento Pré-Hospitalar”, ocorrendo nos dias 12 e 13 de novembro de 2013; 

 I Jornada Regional de Prevenção e Combate a Incêndio com tema central: “Plantando as Sementes da Prevenção e Combatendo Incêndios”, dia 14 de novembro de 2013.


Os interessados deverão preencher o formulário disponível no o link abaixo:

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

DIA DE SORTE - Surfista após passar o dia surfando tem surpresa ao ver vídeo.

Graças a Deus não houve nenhum acidente com o sufista enquanto remava para pegar ondas. Só me lembrei de Chuva que viu dois cações em Itapoama - PE quando esperava uma onda.

O vídeo foi gravado em Praia de El Porto no dia 15/10/13, onde o autor denomina que é um grande tubarão branco.

Fonte: http://www.tabonito.pt/rapaz-verifica-gravacao-depois-de-surfar-e-ve-que-aquele-foi-o-seu-grande-dia-de-sorte/

TUBARÕES DO ASFALTO CONFIRMADO NA 1ª Corrida Ecológica do CPOR-RECIFE 15.11.13





Inscrições até:
28/10/2013
Informações:
1ª Corrida Ecológica do CPOR RECIFE
Cidade:
Recife / PE
Local:
7ª REGIÂO MILITAR (Ao lado do CEFET e Colégio Militar) - Eng do Meio.
Horário largada:
07:30
Telefone:
(81)3441-3970 (ramal 142)
Organizador:
Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Recife
Site do evento:
http://www.cporrecife.wix.com/corridaecologica
Categorias do Evento:
CAMINHADA 5km
CORRIDA 05 km
CORRIDA 10 KM
EX-ALUNO 05 km
EX-ALUNO 10 km
MILITAR - 05 KM
MILITAR - 10 KM

/informações sobre o evento


A ESCOLHA PERFEITA PRA QUEM DESEJA PARTICIPAR DE UM PERCURSO DIFERENTE, ONDE 80% DELE SERÁ REALIZADO PELA MATA ATLÂNTICA DO COMPLEXO MILITAR DO CURADO E INSTITUTO BRENNAND.

- 5 Km
- 10 Km
- CAMINHADA
PRÊMIOS AOS PRIMEIROS COLOCADOS
ESTACIONAMENTO NO LOCAL
APRESENTAÇÕES PARA CRIANÇAS
EXPOSIÇÃO DE MATERIAS MILITARES
STANDS SOBRE MEIO AMBIENTE
SORTEIOS PARA TODOS PARTICIPANTES
E MUITO MAIS!


Todas as academias e personais trainners que desejem colocar tendas de apoio aos seus atletas, no local da corrida, deverão cadastrar-se por meio dos telefones:

- (81)9682-5020 (Cap Juliano Jorge)

- (81)9919-7877 (TC Peixoto)

- (81)3441-3970 R. 142

1ª Etapa da Travessia do Marinheiro

E por falar em travessia ...


FONTE: http://corre10.ne10.uol.com.br/site/mais/calendario/calendario-visualizar.php

Dicas para travessia

Estava procurando notícias sobre um evento de Travessia na Paraíba e me deparei com esse blog SWIMMER-UFRN e encontrei essa matéria interessante, dicas de travessia principalmente para nós Guarda-vidas que nadamos em mar aberto. Boa leitura.

O ambiente
  • Travessia no mar é uma prova diferenciada das piscinas, a água está em movimento causado por correntezas que seguem direções determinadas pelas marés; tais movimentos naturais da água podem ser contrários, a favor ou tangencial à direção do trajeto;
  • A FINA determina que a temperatura da água esteja entre 21o C e 28o C;
Clima, ventanias e marés influenciam no surgimento de ondas que favorecem ou dificultam o nado;
  • Numa piscina, é visível o estado da água e sua “pureza” ao contrário do mar que pela natureza orgânica do meio, pode conter elementos flutuantes, além dos seres marinhos ou objetos resultantes da poluição humana.

Antes da prova
  • Descansar bem durante a semana e principalmente na noite anterior ao evento. Treinos de velocidade de curta duração com volume aproximadamente igual ao da travessia. Alguns nadadores costumam manter volumes muito altos ou até intensificar os treinos antes da prova, para não perder condicionamento, o que pode ser um erro, pois vai deixar o corpo cansado no dia da competição. Você não vai perder o condicionamento em alguns poucos dias de treinos mais curtos. Por exemplo, considerando o trajeto de 1500m, pode-se aplicar as seguintes séries em dias alternados:
1) 30x50m p/ 10seg de descanso entre um e outro em ritmo moderado, frequência de pernadas 4x1, sem bloqueio, de preferência bilateral (fazer ímpares com respiração pra esquerda e os pares para a direita ou vice-versa);
2) 08 séries ininterruptas de 200m: cada série 1x100 + 4x25, os 100m fazer regenerativo e os 4x25 forçando, 10seg de descanso entre um e outro, frequência de pernadas 4x1, sem bloqueio, de preferência bilateral;


  • Alimentação leve. Como em dias de competição, toda rotina de alimentação não deve ser alterada, evidenciando a ingestão de líquidos como leite, sucos, vitaminas, repositores etc.; no dia anterior à competição, evite alimentação forçada ou de digestão prolongada como as carnes vermelhas, feijão, macaxeira, frutos do mar, dentre outros; evite provar pratos novos; café da manhã habitual;
  • Ingerir líquidos moderadamente antes da largada. Ingerir muito líquido para começar “bem hidratado” pode fazer com que você carregue um peso extra no estomago ou na bexiga, ou ainda que precise parar no percurso para urinar ou optar por nadar com este desconforto;
  • Use trajes e óculos amaciados e não esqueça do bloqueador solar. Muitas vezes o atleta quer estrear trajes ou óculos novinhos. Mas, não é bom correr o risco de sofrer um incômodo durante a prova por conta da roupa ou dos óculos novos. Um vazamento neste último pode comprometer toda a preparação que foi feita durante muito tempo. Usar um bloqueador solar resistente à água é fundamental mesmo em dias nublados ou no inverno;
  • Ajustar bem os óculos. Se eles se soltarem ou deixarem entrar água, você vai ter problemas e vai ter que parar para arrumar e isto pode custar tempo precioso;

  • Chegar ao local da prova com antecedência, sabendo exatamente o local da retirada do kit e da largada. Às vezes, o trânsito e as possibilidades de estacionamento podem estar alterados em função do próprio evento. Chegar atrasado para a largada gera ansiedade, o que pode comprometer diversos fatores de controle psicológico diante de uma competição;
  • Usar vaselina nos locais de maior atrito, especialmente em dias mais frios, para os nadadores mais pesados e em percursos muito longos. Quando forem usadas roupas a base de neoprene, passar vaselina nos locais de maior atrito entre a roupa e o corpo como, por exemplo, o pescoço e as axilas para evitar assaduras que vão incomodar muito durante e após a competição;
  • Alongamento habitual. Fazer os mesmos exercícios que faz habitualmente, não inventar nada de novo. Faça um breve aquecimento, nadando solto pelo menos uns 10 a 20% do volume da prova;
  • Largar numa posição confortável. A maioria quer sair o mais perto possível da linha de largada, para não perder tempo no momento em que o congestionamento é maior, especialmente em provas com muitos atletas. Se você não for um nadador muito rápido, isto pode ser ruim, pois você pode inclusive ser “atropelado”. O tempo que se ganha na largada não é expressivo e não vale à pena passar por este estresse.

Durante o trajeto
  • Na piscina, o nadador possui a vantagem de ter uma raia exclusiva de 2 a 2,50m de largura para executar o nado, já no mar, vários nadadores procurarão a melhor orientação rumo ao trajeto da prova o que causa contatos corpo a corpo;
  • Em eventos de curta distância não é necessária qualquer suplementação para repor a energia perdida, até porque a absorção por parte do organismo demora algum tempo. Daí tal ingestão não fazer qualquer diferença em provas curtas, além de perder tempo parando para ingerir o suplemento;

  • Não comece a prova muito forte. Quem larga em ritmo acelerado cansa logo. Mesmo para quem nada em bom ritmo, mas não é um atleta de elite, o recomendável é sair sem forçar demais, achando sua velocidade ideal logo depois e até se guardando um pouco para a parte final da competição, para uma chegada mais forte;
  • Preste atenção nos outros nadadores. É comum haver um congestionamento de nadadores próximos às bóias. Quando há mudança de direção, é comum que alguns deles dêem pernadas do nado peito para contornar as bóias. Por isso, tenha cuidado para não levar uma “pernada”, pois isto pode ser perigoso;
  • Não estabeleça um ritmo rígido, chegando em certos momentos a “nadar contra a corrente”. Se for necessário e dependendo das condições da prova, você pode alternar e ir mais lento ou mais rápido, de acordo com a sensibilidade do momento ou com as condições da água, da correnteza, dos ventos etc.;

  • Nade o mais relaxado possível. Nadar tenso é prejudicial para o próprio rendimento do atleta. Procure relaxar os ombros e nadar o mais solto e alongado que puder. Deixe para fazer o maior esforço no final;
  • Evite nadar em zigue-zague. Esta recomendação é óbvia, uma vez que qualquer pessoa sabe que o mais lógico é nadar o mais reto possível. Além disso, ficar ziguezagueando acaba cortando a frente dos outros, além de prejudicar seu próprio rendimento, uma vez que fará uma distância maior; para isso, será necessário nadar com a cabeça praticamente fora d’água, mirando as bóias, buscando manter-se retilíneo em relação ao trajeto até a chegada; tangencie as bóias o mais próximo possível;
  • A técnica não é o fator mais importante em uma travessia, por isso pode-se nadar de braços “abertos”, sem muita freqüência de pernadas, variando a posição da cabeça voltada para frente na direção do trajeto; pode-se estabelecer um ritmo, por exemplo, nadando 03 braçadas com cabeça baixa e respiração para a direita, quando então levanta-se a cabeça pra frente rumo ao trajeto e depois repete-se o ciclo com braçada para a esquerda;


  • Evite contatos laterais de outros nadadores para não ser atingido;
  • Como o mar está constantemente sob o efeito de ondas que atrapalham o equilíbrio corporal, dependendo da direção das ondas, você terá que “interpretar” por si mesmo, a freqüência de suas braçadas de acordo com o movimento das ondas, ou seja, evite dar braçadas contra a direção das ondas ou quebrando as ondas (como quem dá “murros” na onda), isso só provoca perda de propulsão na medida em que seu movimento intencional é contrário à direção das ondas. Busque aproveitar o momento quando seu corpo desce na onda para braçadas mais fortes; quando sobe, deixe que a onda “carregue” seu corpo;
  • Nos trechos em que a oscilação da onda é pequena e a água está praticamente nivelada, aproveite para imprimir velocidade;

  • Não use pernadas no início da prova, além de elevar seu batimento cardíaco diante da euforia da largada em si, forçará sua respiração e a tendência será você se sentir cansado do meio pro final. Além disso, as pernadas também podem atingir atletas ao redor e caso isso seja observado pelo árbitro que você teve a intenção de atingir alguém, você poderá ser penalizado. Deixe as pernadas para o final da prova, quando você estiver disputando alguma colocação;
  • Ao final do trajeto, você deve nadar até seu braço tocar na areia; quando seu braço tocar a primeira vez na areia, levante-se e saia dando saltos contra as pequenas ondas da praia até a superfície, no movimento de corrida.

Após o término da prova
  • Após um breve descanso, volte a ingerir líquidos e frutas, buscando se reidratar;
  • Mantenha a calma e procure desfrutar ao máximo. Não faça da sua participação uma batalha. Pense em coisas boas e procure relaxar sua mente. Aproveite a competição e procure incrementar as amizades e aproveitar as viagens e deslocamentos.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Aplicativo de primeiros socorros é lançado no Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco


Não conheço o Major Edson Marconni pessoalmente, apenas via  Facebook, mas gostaria de parabenizá-lo pela inciativa de desenvolver uma ferramenta muito importante para sociedade que vai ajudar a salvar vidas, mas leia as observação que o Major faz. 


O Major Edson Marconni, idealizador do aplicativo, comemora o sucesso deste que é o décimo aplicativo mais baixado fora do app store. 



Segundo o Oficial, o aplicativo foi dirigido às operativas da Secretaria de Defesa Social (polícia militar, policia civil e bombeiros em geral) mas, por apresentar uma linguagem simples e objetiva, é facilmente compreendido por quem prestar os primeiros socorros.



"O uso do aplicativo não exclui a necessidade de acionamento do Corpo de Bombeiros (193) ou SAMU-192, numa emergência, mas possibilita em, determinados casos, a manutenção da vida enquanto se aguarda o socorro especializado, diz o Major.



O aplicativo "primeiros socorros" está disponível para smartphones Android e IOS no endereço: http://app.vc/primeiros_socorros. Fonte: FACEBOOK